17 de jul de 2017

A Construção da Grande Pirâmide do Egito


A grade Pirâmide
Enoque.
Teria sido Enoque responsável pela construção da Grande Pirâmide do Egito, com ajuda extraterrestre?

A princípio esta ideia sobre a Grande Pirâmide do Egito parece ser absurda, pois a lavagem cerebral já foi feita em todos nós pela arqueologia de tendência predominante. Contudo, mesmo que o apresentado neste texto não seja totalmente verdadeiro, há muitas indicações de que a história que nos foi constada até hoje está errada, e este é um fato que está se tornando cada vez mais difícil de ser ocultado.
Interessante também notar que, de acordo com o texto abaixo, há possíveis inscrições mostrando “imagens de algumas máquinas voadoras que construíram as pirâmides e a Esfinge”.

Veja:

O General Richard William Howard Vyse KCMG (25 de julho 
de 1784 – 8 de junho de 1853) era um militara britânico, 
antropólogo e egiptólogo. Ele também foi deputado (MP) 
para Beverley (de 1807 a 1812) e Honiton (de 1812 a 1818).

Na margem ocidental do Nilo, há uma das maravilhas mais antigas do mundo antigo, a Grande Pirâmide. De acordo com a história aceita, a Grande Pirâmide foi construída em torno de 2500 A.C. como o túmulo do faraó Quéops. No entanto, a datação da pirâmide e sua associação com Quéops baseia-se inteiramente na descoberta feita em 1837 pelo explorador britânico Richard William Howard Vyse (um militar britânico, antropólogo e egiptólogo. Ele também era deputado do Parlamento para Beverley (de 1807 a 1812) e Honiton (de 1812 a 1818)).

Richard Vyse descobriu quatro pequenas salas de “construção” (com alturas entre 0,5 metros e 1,2 metros) acima da Câmara do Rei.

Em algumas paredes e tetos desses quartos (que estavam vazios) foram encontrados hieróglifos feitos com tinta vermelha (mas apenas nos blocos de pedra calcária), que foram adicionados pelos trabalhadores. As inscrições incluíam dois cartuchos (nomes reais encerrados em um oval): “Khufu”(Quéops) e “Khnum-Khufu”.

Os egiptólogos foram então capazes de atribuir a grande pirâmide a Quéops, e a data de construção de 2500 A.C., porque essa é a data que eles acreditam que Quéops reinou. Uma vez que as pedras não podem ser datadas pelo teste de carbono e não há outra inscrição na pirâmide, exceto por esse cartucho (símbolo com forma oblonga, onde se escrevia o nome de um rei), essa datação não pode ser desafiado.

No entanto, novas evidências que foram encontradas no diário de Vyse faz com que pesquisadores questionem sua descoberta. Alguns até sugeriram que ele poderia ter forjado o nome de Quéops.

No diário particular de Vyse, foram encontradas contradições. Em suas notas particulares, ele estava desesperado para encontrar um cartucho. Naquela noite em particular, ele escreveu que não havia nada na câmara que se parecesse com hieróglifos. E então, em seu livro publicado três anos depois, ele escreve: “Eu só consegui distinguir um cartucho.”

O suposto cartucho de Quéops.

Após as evidências contraditórias serem expostas em 2014, dois estudantes de arqueologia da Universidade de Dresden contrabandearam uma amostra da tinta usada nas marcas do Rei Quéops e a analisaram por um laboratório alemão.

A amostra foi muito pequena para datação de carbono, mas os técnicos conseguiram determinar algo chocante: o pigmento não foi pintado nos blocos de pedra originais, mas foi adicionado depois quando os reparos foram feitos. Este achado sugere que o cartucho não era original na construção da pirâmide, mas foi adicionado em uma data muito posterior

Vyse gastou mais de 1,3 milhão de dólares em sua expedição para descobrir a verdade sobre a grande pirâmide.

É possível que ele, em seu desespero por encontrar algo, fez o impensável, que foi forjar o nome de Quéops na parede da câmara, assim estabelecendo uma data imprecisa para a estrutura?

Curiosamente, esta não é a única evidência que contradiz a data da pirâmide e todo o complexo de Gizé. Um texto de sete séculos A.C., conhecido como a Estela do Inventário, descoberta por arqueólogos em 1958, detalha os reparos feitos pelo faraó Quéops na Esfinge.
A Estela do Inventário foi descoberta em 1858 em Gizé pelo arqueólogo francês 
Auguste Mariette, durante as escavações do templo de Ísis. O tablete 
estava localizado muito perto da Grande Esfinge de Gizé.

A Estela do Inventário (também conhecida como Estela da Filha do Rei) é um tablete comemorativo do Egito Antigo que data da Dinastia 26 (C. 670 A.C.). Ela foi encontrada em Gizé no século XIX. A estela apresenta uma lista de 22 estátuas divinas pertencentes a um Templo de Ísis e continua afirmando que o templo existia antes do tempo de Quéops (C. 2580 A.C.).

A estela foi descoberta em 1858 em Giza pelo arqueólogo francês Auguste Mariette, durante as escavações do templo de Ísis. O tablete estava localizado muito perto da Grande Esfinge de Gizé.

A Estela do Inventário levanta a questão: e se Quéops estivesse reparando a Esfinge que foi supostamente construída por seu filho? Como ele poderia estar fazendo isso? Isso sugere que a própria Esfinge já era antiga na época de Quéops.

A datação de todo o sítio de Gizé poderia estar errada?

Em 1992, o geólogo Robert Schoch, da Universidade de Boston, criou um tumulto entre os egiptólogos quando sugeriu, com base nas erosões da água ao redor da Esfinge, que a idade do monumento era de aproximadamente 10.500 A.C.

Alguns egiptólogos acreditam que provavelmente a Esfinge foi construída a partir da Era do Gelo, talvez por outra civilização mais antiga e mais evoluída que a posterior. Muitas inscrições mostram imagens de algumas máquinas voadoras que construíram as pirâmides e a Esfinge.

Com base na capacidade dos climatologistas de calcularem com precisão os períodos chuvosos do passado, foram encontradas novas conclusões sobre a idade da Esfinge. Parece que a rocha que compõe a famosa construção foi exposta à erosão entre 7000-5000 A.C., período que corresponde a períodos chuvosos na história egípcia, o que torna a Esfinge muito mais antiga do que a maioria dos egiptólogos dizem. (Lynn Picknet & Clive Prince, Stargate Conspiracy p. 58) símbolo da civilização egípcia.

Robert M. Schoch (nascido em 24 de abril de 1949) é professor associado de Ciências Naturais na Faculdade de Estudos Gerais, um currículo básico de dois anos para candidatos a bacharelado na Universidade de Boston. Ele é um defensor da hipótese da erosão da água de Esfinge.

Assim como a Esfinge, é possível que a grande pirâmide também seja muito mais velha do que os egiptólogos estão dispostos a admitir?

Mas se esse foi realmente o caso, quem as construiu?

De acordo com o escritor árabe Al-Maqrizi, a grande pirâmide não foi construída por Quéops, mas sim muito antes do Grande Dilúvio, por um rei com o nome de SAURID. E então o antigo escritor árabe claramente disse que SAURID é a mesma pessoa que a sociedade hebraica chama Enoque.

Quem é esse personagem chamado ENOQUE?

Nas “Lendas antigas dos judeus”, Enoque é um “rei sobre todas as pessoas”, que reinou exatamente por 243 anos. No livro de Gênesis, Enoque é mencionado como um dos dez patriarcas que reinaram antes do dilúvio. Na Bíblia, Enoque é lembrado em cinco frases (Gênesis 5:21 a 24).

Gênesis 5:24: “E Enoque andou com Deus, e ele não era mais, porque Deus o tinha tomado”. Enoque era filho de Jared (Gênesis 5: 19-21), pai de Matusalém, e bisavô de Noé.

Enoque foi o construtor da Grande Pirâmide, ou pelo menos como afirmou Taqi al-Din Ahmad ibn Abd al-Qadir ibn Muhammad al-Maqritu (1363-1442) em seu trabalho escrito, Khitat. Ele observa que a ENOQUE era conhecida por nomes diferentes para diferentes povos: SAURID, HERMES, IDRIS e ENOQUE.

Enoque foi levando para o céu pelo Arcanjo Miguel e foi informado pelos anjos sobre um vindouro cataclismo, e foi instruído para construir a Grande Pirâmide, e ele escondeu neles tesouros e livros de aprendizado, e tudo o que ele temia que poderia ser perder. (Para mais informações, leia o livro A História Está Errada, de Erich von Daniken.)

Considerações Finais

A menção rudimentar e “escondida” do nome de um grande faraó, em duas ou três paredes de salas muito pequenas e desnudas de um edifício monumental ao qual ele pertence é, no mínimo, hilário.

No entanto, ela foi suficiente para a ciência do século dezenove e a contemporânea aceitar a chamada informação como sendo “verdadeira”, e depois implementá-la sistematicamente na mente das pessoas através da mídia. Tal ação foi muito mais conveniente do que reconhecer que não se sabia quem construiu o maior edifício da Terra.

Talvez tudo o que sabemos sobre o Egito esteja errado e devemos voltar e abrir a nossa imaginação para as possibilidades de que exista outra explicação que possivelmente implique a assistência de extraterrestres para a criação da Grande Pirâmide.

Antártica e os Anjos Caídos aprisionados, do Livro de Enoque.



O Dr. Michael Salla publicou o seguinte artigo controverso em seu site, que fala a respeito da Antártica possivelmente ser o local onde uma raça de alienígenas (Anjos Caídos) foram aprisionados. A parte interessante dessa história é que ela corre quase que se encaixa perfeitamente às alegações colocados num vídeo documentário publicado pelo apresentador israelense Steven Ben-Nun.

(Alerta: algumas das informações apresentadas pelo Dr. Salla podem ser consideradas como blasfêmias por pessoas com tendências mais religiosas. Porém, a apresentação deste artigo aqui, bem como outros, não significam o apoio do OH a essas teorias, mas sim que sua apresentação aqui serve para que argumentos sejam apresentados pelos leitores, a fim de que pelo menos um pouco da verdade venha à tona.)

Em 14 de março, a Israeli News Live publicou uma história provocante intitulada “The Fallen Angels Imprisoned in Antarctica Are Still Alive” (Os Anjos Caídos, Aprisionados na Antártica Ainda Estão Vivos). O comentarista, Steven Ben-Nun, analisou o Livro de Enoque (apócrifo), o qual descreve as experiências de Enoque, um personagem bíblico pré-diluviano, que foi levado aos céus e possui um papel chave num grande conflito celestial. 

Enoque se tornou o principal intermediário entre os dois lados do conflito entre os “Anjos Caídos” e os “Anjos Justos”, servindo uma Divindade ‘que sabe de tudo’, referido como “o Senhor”. Houve múltiplas questões no conflito, tais como os Anjos Caídos cruzando e/ou desempenhando experimentos genéticos com a humanidade, e passando conhecimento proibido e tecnologias para uma civilização humana ainda em desenvolvimento. 

O Livro de Enoque começa com a chegada de 200 Anjos Caídos na região do Monte Hermon, que faz fronteiro com o Líbano e a Síria de hoje. Os Anjos Caídos começaram a cruzar e/ou modificar geneticamente os habitantes locais. 

6.1 E sucedeu que, quando os filhos dos homens se multiplicaram, naqueles dias nasceram a eles filhas formosas e belas.

6.2 E os Anjos, os filhos dos Céus, as viram e cobiçaram. E disseram uns aos outros: “Venham, escolhamos para nós esposas, dentre as filhas dos homens, e geremos filhos para nós.” 

6.6 E eles eram ao todo duzentos e desceram em Ardis, que é o topo do Monte Hermon. E chamaram à montanha Hermon, porque nela tinham jurado e se comprometido com maldições. 

Enquanto os Anjos Caídos tinham estabelecido um posto avançado no Monte Hermon, foi para a Antártica que eles seriam removidos finalmente, após perderem a batalha celestial com os Anjos Justos, de acordo com a análise de Ben-Nun do Livro de Enoque (Vídeo abaixo. Para instruções de como ativar a legenda em português, embora ela não seja precisa, clique aqui):


Ben-Nun cita passagens do Livro de Enoque que são muito sugestivas da Antártica como realmente sendo a localização onde Enoque foi levado para testemunhar os eventos celestiais. 

18.5 E vi os ventos na Terra que apoiam as nuvens e vi os caminhos dos Anjos. Eu vi no fim da terra o firmamento dos Céus acima. 

18.6 E eu continuei para o sul, e queimava dia e noite, aonde havia sete montanhas de pedras preciosas, três voltadas para leste, e três voltadas para o sul. 

18.7 E aquelas voltadas para leste eram de pedra colorida, e uma de pérola, e uma de jacinto, e aquelas voltadas para o sul, de pedra vermelha. 

18.8 Mas a do meio atingia os Céus, semelhante ao trono do Senhor, de antimônio, e o topo do trono era de safira
O que é interessante sobre o trecho acima é que Enoque se refere à localização que “queimava dia e noite”. Ben-Nun acredita que isto se encaixa com a descrição da Antártica durante o verão do hemisfério sul, onde há luz solar 24 horas por dia. 

Quanto as sete montanhas, isto parece se referir ao Monte Vinson, na Cordilheira Sentinela da Antártica, de acordo com Ben-Num. Ele também se refere às seis montanhas próximas na cadeia, que poderiam qualificar como as montanhas descritas no Livro de Enoque. 

O Monte Vinson é a montanha mais alta da Antártica, e está localizada ao meio da Cordilheira Sentinela. Ela ficaria realçada bem de forma espetacular com seus picos de neve nos tempos antigos, como é hoje. 

Quanto ao alinhamento ao sul e ao leste das seis montanhas adjacentes ao Monte Vinson descrito no Livro de Enoque, Ben-Num especula que este foi seu alinhamento antes do evento catastrófico de um dilúvio, que coincidiu com uma mudança do eixo de rotação da Terra. 

Isto corresponde com a pesquisa conduzida por Sir Chalres Hapgood, o qual assegura que mudanças dos polos têm sido ocorrências regulares na história da Terra. Em seu livro de 1958, Earth’s Shifting Crust (A Crosta Deslocante da Terra), Hapgood propõe que uma mudança dos polos aconteceu no final da última idade do gelo, há aproximadamente 11.000 anos.


A conjectura de Ben-Nun é interessante, mas como pode ser visto no mapa que mostra a Cordilheira Sentinela, onde o Monte Vinson está situado, há muito mais do que sete montanhas na cadeia. A conjectura de Ben-Nun não é conclusiva, como ele mesmo aponta. Mesmo assim, ele nos dá uma possível localização dos Anjos Caídos aprisionados, Monte Vinson, e/ou outras montanhas na Cordilheira Sentinela. 

Ben-Nun discute o Livro de Enoque e sua referência aos Anjos Aprisionados que foram removidos do Monte Hermon para a Antártica (Monte Vinson/Cordilheira Sentinela): 

18.14 E como um espírito me questionando, o Anjo disse: “Este é o lugar do final dos Céus e Terra, esta é a prisão para as Estrelas dos Céus e Hostes dos Céus.

18.15 E as estrelas que giram sobre o fogo são aquelas que transgrediram as ordenanças do Senhor no começo de sua ascensão, porque não surgiram nos seus tempos determinados. 

18.16 E Ele ficou irado com elas, e aprisionou-as até o tempo da consumação de suas culpas, no Ano do Mistério.”
A referência de Ben-Nun quanto aos Anjos Caídos ainda estarem vivos na sua prisão na Antártica levanta uma possibilidade intrigante. O Livro de Enoque descreve um “Ano do Mistério”, quando eles serão libertados. Seria este um evento que logo testemunharemos? 

Para resposta, podemos começar a analisar alguns paralelos intrigantes entre a análise de Ben-Nun sobre o Livro de Enoque, e os recentes desacobertamentos dos programa espacial secreto pelo delator Corey Goode, no que diz respeito à Antártica. 

Como a figura pré-diluviana de Enoque, Goode diz que também foi levado para testemunhar eventos celestiais, por um grupo recém chegado de extraterrestres altamente evoluídos, chamados de “Aliança dos Seres da Esfera”. Como Enoque, Goode também foi solicitado de atuar como um intermediário para ambos os lados num conflito “celestial” ou que abrange todo o sistema solar. 

Goode disse que isto começou em março de 2015, quando ele aceitou o papel como delegado para a Aliança dos Seres da Esfera nas continuadas negociações entre diferentes facções e grupos tanto da Terra quanto de civilizações de fora do mundo. 

Ele disse que foi levado até a Antártica por duas vezes para testemunhar eventos. No mais recente, em janeiro de 2017, ele viu os restos de uma civilização pré-adamita que havia florescido, até que uma enorme catástrofe global correspondente ao grande dilúvio destruiu cidades costeiras e planícies por todo o mundo, por volta de 12 a 13 mil anos atrás. 

Goode disse que os pré-adamitas sobreviveram entrando em câmaras de estagnação na maior das naves mãe de 4,8 k de comprimento, que caiu na Terra por volta de 60.000 anos atrás, após os pré-adamitas terem sido expulsos da Lua, devido a um conflito com as facções extraterrestres lá dominantes. 

Os pré-adamistas construíram sua base principal de operação na Antártica, e estabeleceram postos avançados na Ásia, Europa e nas Américas, de acordo com Goode. Logo um conflito emergiu entre os pré-adamitas e outros extraterrestres de aparência humana, que haviam conduzido 22 experimentos genéticos com a humanidade na superfície por aproximadamente 500.000 anos. 

No caso do pouso de 200 Anjos Caídos no Monte Hermon, isto é consistente com as alegações de Goode de que os pré-adamitas estabeleceram colônias por toda a Terra, onde eles alteraram geneticamente os humanos das regiões e instalaram híbridos em posições de liderança. 

Quanto aos Anjos Justos descritos no Livro de Enoque, estes pareceram ser os grupos de extraterrestres que tinham conduzido os 22 experimentos genéticos que estavam sendo interferidos pelos pré-adamitas. 
A Aliança dos Seres da Esfera, parecem estar tendo um papel similar do “Senhor que tudo sabe” mencionado no Livro de Enoque. 

A análise de Ben-Nun de que os Anjos Caídos estavam aprisionados na Antártica, e ainda estão vivos, corresponde com as alegações de Goode de que os pré-adamitas estão em câmeras de estagnação em uma das naves mães que está enterrada nas profundidades da placa de gelo da Antártica. 

Finalmente, Goode revelou que escavações na Antártica estão sendo conduzidas, e que estas câmeras de estagnação contendo os pré-adamitas foram encontradas. Os descendentes híbridos dos pré-adamitas, que estão entre a linhagem das famílias da elite que secretamente têm reinado sobre a humanidade, estão dispostos a ganhar acesso às câmeras de estagnação e acordar seus antigos ancestrais. 

A meta parece ser a de fazer com que os pré-adamitas retomem seu antigo domínio nos assuntos planetários, assim permitindo que seus descendentes híbridos saiam das sombras e reinem diretamente sobre a humanidade. Isto sugere que o “Ano do Mistério” mencionado no Livro de Enoque, quando os Anjos Caídos são liberados, pode estar muito próximo. 

Tudo isto leva à intrigante questão: Seria o próprio Goode um Enoque dos dias modernos, sendo dado o papel de testemunhar e mediar entre os diferentes humanos e as facções extraterrestres, como foi delegado pela Aliança dos Seres da Esfera, que parece ser funcionalmente idêntica à “Divindade que tudo sabe” descrita no Livro de Enoque? Se este for o caso, isto sugeriria que o próprio Enoque seria um contatado extraterrestre da Aliança, ou de um grupo similar há 13.000 anos. 

Se os pré-adamitas/Anjos Caídos forem acordados/libertados, então certamente haverá a necessidade de lidar com eles e seus descendentes híbridos a respeito de que papel eles terão, à media que a humanidade acorda com respeito à verdade de sua história e manipulação por múltiplos grupos de extraterrestre e famílias da elite.

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